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do POR boliviano
Esbozo biográfico de
Guillermo Lora Programa do
POR [Janeiro de 2003] Teses sobre
a Educação |
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70 anos do assassinato de Leon Trotsky Na noite de 24 de maio de 1940, os seguranças de Trotsky foram dominados por um grupo armado, a casa invadida, incendiada por bombas e o quarto do revolucionário metralhado. Não foi desta vez que se concretizou o plano de Josef Stálin de assassinar um dos últimos dirigentes da velha geração do partido bolchevique. Em 20 de agosto, o agente infiltrado, Ramón Mercader, golpeou o cérebro de Trotsky com uma picareta de alpinista, quando este corrigia um texto. No dia seguinte, veio a falecer. O processo de Moscou de 1936 a 1937 havia se encarregado de encarcerar e fuzilar os mais destacados companheiros de Lênin, como Kamenev, Bukárin e Zinoviev, sob falsas acusações de contrarrevolucionários, trotskistas etc. Centenas de adeptos da Oposição de Esquerda Russa foram liquidados em nome do perigoso trotskismo. Em 1940, restava vivo e organizando as forças da IV Internacional, fundada em setembro de 1938, León Trotsky. A brutal perseguição não só não havia quebrado o seu vigor revolucionário como o potenciado. A burocracia totalitária comandada por Stálin se especializou em montar farsas, espalhar mentiras, denegrir e vilipendiar. A mais grave tentativa de assassinato não teve apuração devida, embora todos soubessem que os responsáveis eram a KGB e membros do Partido Comunista do México. O ataque terrorista de 24 de maio acabou por tornar a vítima em culpado. A imprensa a soldo plantou a versão de que Trotsky encenou um auto-atentado. As investigações foram desviadas para acobertar a polícia secreta da burocracia estalinista. Em 8 de junho, Trotsky publicou uma extensa declaração “Stalin quer minha morte”. O texto descreve o acontecido, desmascara a farsa do auto-atentado, analisa a trajetória da perseguição sofrida desde sua expulsão da União Soviética em 1929, relata as mortes de familiares, amigos, secretários e militantes da Oposição Internacional de Esquerda e apresenta as razões políticas de Stálin planejar sua morte no México. Os fatos do atentado, a campanha internacional de difamação do Kremlin/GPU e os acontecimentos envolvendo o Partitidos do Comunista Mexicano não deixavam dúvidas de que o atentado foi obra de Stálin. A declaração “Stalin quer minha morte” foi um último combate do revolucionário, que confinado em Coyoacan, impedido de ir para qualquer outro país por não admitirem a sua presença, não tinha outra arma senão a defesa escrita e a confiança na classe operária mundial. A ditadura do proletariado degenerada pela burocracia estalinista foi colocada a serviço da feroz perseguição de Trotsky, que o baniu e o caçou por onde se encontrava. Da Turquia para França, da França para a Noruega, Stálin obtinha a expulsão do inimigo número um. Até que nenhum governo aceitasse conceder-lhe exílio, a não ser o governo nacionalista de Cárdenas do México. De um lado, a persistente caça de Trotsky pela polícia política de Stálin e, de outro, a negação do exercício democrático elementar do exílio. Ocorre que se tratava de um dos arquitetos da Revolução Russa, ao lado de Lênin, um dos criadores do Exército Vermelho, um dos pilares da III Internacional e grande teórico do marxismo. Como poderia Stálin acusá-lo de agente do imperialismo? A máquina do Estado Operário, controlado e deformado pela burocracia restauracionista, foi movimentada para denegrir no mundo todo um dos mais dedicados marxistas à causa da emancipação do proletariado e da construção da sociedade sem classe – o comunismo. Os PCs passaram por uma catequização estalinista contra o perigo trotskista e por cima deles atuava a KGB. O PC de Toledano chegou a organizar manifestações pela expulsão de Trotsky do México. Diante da impossibilidade de evitar que o exilado organizasse a Oposição de Esquerda Internacional, de impedir que sua pena continuasse a trabalhar pela revolução mundial, que seus escritos atacassem a política nacionalista da burocracia soviética e, sobretudo, que Trotsky organizasse a IV Internacional, só restava a Stálin preparar sua morte. A constituição de uma fração revisionista do internacionalismo no seio do partido bolchevique se deu frente às tarefas de organizar a economia de transição, de fortalecer o controle da classe operária sobre a produção, de impossibilitar o fortalecimento das tendências pró-capitalistas entre os camponeses e camadas urbanas pequenoburguesas, bem como combater as pressões do imperialismo. O estalinismo dará expressão justamente às bases sociais da restauração. Era natural que a condução da política do Estado operário suscitasse divergências e duros embates no seio do partido. Para conduzi-los e manter a unidade revolucionária dos bolcheviques, era necessária a existência da democracia proletária, emanada desde a organização das bases soviéticas e do funcionamento centralista democrático do partido. Tomadas as experiências internas e a luta de classes internacional, sobre a base da crítica e autocrítica, o partido organizaria a nova vanguarda proletária – boa parte da velha geração havia perecido na guerra – e projetaria a luta revolucionária mundial, apoiando-se na III Internacional. Lênin já havia reconhecido os perigos da burocratização e dos desvios da política traçada pelo bolchevismo, principalmente desde 1923, quando foi acometido pela doença e teve de se afastar como secretário geral do partido. As divergências de Trotsky com Stálin, que envolvia os principais dirigentes, em torno da industrialização e da relação com os camponeses ganham corpo já em 1924, quando Lênin está inteiramente impossibilitado e morre. A burocracia estatal e partidária se transforma de servidora do Estado operário em seu dirigente. Assenta-se em camadas sociais avessas ao progresso da propriedade coletiva e ligadas às heranças capitalistas. Stálin se desponta como homem do aparato, que dará expressão às tendências retrógradas. Instala-se o Termidor nas entranhas da revolução proletária. Desencadeia-se uma perseguição implacável contra o “trotskismo”. Trotsky é acusado de fracionar o partido. Recorre-se a velhas divergências com Lênin, superadas pelos acontecimentos. Ataca-se a teoria da revolução permanente, para a qual Trotsky recorreu à revolução de 1905 na Rússia e aos fundamentos de Marx. Stálin e seus sequazes a reapresentam com uma versão menchevique, tornando-a uma caricatura. Em 1924, quatro meses depois da morte de Lênin, Trotsky é destituído do cargo de Comissário do Povo para a Guerra. Em 1925, a burocracia estalinista o proíbe de falar em público. Em janeiro de 1928, é preso e desterrado para Alma-Ata, no Turquestão. Assassiná-lo em terras soviéticas seria temerário. E mantê-lo preso também poderia potenciar a Oposição, ainda que desestruturada e acuada pela feroz perseguição policial. A solução foi bani-lo, objetivando neutralizá-lo e desmoralizá-lo. Mas Trotsky formou a personalidade revolucionária nas prisões do czarismo – isso desde os dezoito anos -, no exílio e na frente de luta, participando dos soviets em 1905 e liderando a insurreição proletária a partir da presidência do Soviet de Petrogrado. Mas, sobretudo, seu espírito revolucionário estava imbuído do socialismo científico, programa marxista e do método do materialismo histórico. Foram essas qualidades que o colocaram à altura de Lênin e o distinguiram na luta contra a degenerescência do partido bolchevique. Desgraçadamente, homens como Bukarin, Kamenev, Zinoviev e Radeck auxiliaram a ascensão de Stálin e acabaram como suas vítimas nos processos de Moscou. Até 1933, a Oposição de Esquerda Internacional se orientou como fração expulsa da III Internacional. Trabalhou por sua recuperação e pela derrota do estalinismo. A ascensão de Hitler e a confirmação da política sectária do Partido Comunista Alemão, que se negou a constituir uma frente única com a social-democracia contra o nacionalsocialismo hitlerista, convenceu Trotsky de que a degeneração da III Internacional havia se completado. Estava colocada a tarefa de constituir uma nova internacional. A ditadura burocrática de Stálin teria de ser derrubada por uma revolução política na União Soviética. Única forma de se restabelecer a ditadura proletária sobre bases originais da organização soviética, combater as tendências restauracionistas e avançar a construção do socialismo. Evidenciava-se cada vez mais que as forças produtivas coletivizadas pela revolução seriam confinadas, retardadas e finalmente bloqueadas, o que daria lugar à restauração. Em fins de 1924, Stálin formulara a tese do “socialismo em um só país”, refletindo o isolamento do Estado operário e as pressões das camadas não proletárias. Apresentada como tese leninista, realizavase uma revisão do internacionalismo marxista e edificava-se o nacionalismo estalinista. Essa linha foi implantada na III Internacional e teve graves conseqüências. Uma delas foi a de subordinar os partidos comunistas ao nacionalismo burguês nos países semicoloniais. O acontecimento mais dramático logo após a formulação da “teoria” do “socialismo em um só país” foi a subordinação do Partido Comunista Chinês ao Kuomitang nacionalista, que resultou em destruição de sua vanguarda. O conflito em torno da revolução na China indicou com precisão as diferenças mortais entre as posições de Trotsky e de Stálin. Mesmo assim, a experiência com o estalinismo somente iria se esgotar com a política de prostração da III Internacional frente à ofensiva do nazifascismo.
A crise de 1929 abria
um período de grande turbulência. O fascismo era uma de suas
manifestações. Expressava a reação em toda linha, voltada a destruir
forças produtivas, ou seja, a reação dos monopólios e trustes diante do
esgotamento da partilha do mundo na 1ª Guerra e das tendências
revolucionárias do proletariado. Uma das tarefas fundamentais da
Oposição de Esquerda Internacional foi a de combater o avanço do
nazifascimo. A IV Internacional se impôs diante da falência da III
Internacional estalinizada frente à guerra imperialista que se
avizinhava. Trotsky indicou que o fortalecimento de Hitler terminaria por se voltar contra a União Soviética. O combate à burocracia era parte indissolúvel do combate ao nazifascismo, à guerra imperialista e ao capitalismo putrefato, com os métodos da revolução e ditadura proletárias. Poucos dias antes de ser assassinado, Trotsky redigiu em breve texto – “Stalin é todavia o satélite de Hitler”, 2 de agosto de 1940, mostrando que o estalinismo não possuía uma política independente, assim prestando serviço aos interesses de uma potência imperialista contra outra. Embora constituída por forças partidárias embrionárias e debilmente ligadas ao proletariado, a IV Internacional emergiu como uma poderosa alavanca por se basear na luta da Oposição de Esquerda Russa, por dar continuidade às formulações dos Quatro Primeiros Congressos da III Internacional e por conceber o Programa de Transição, redigido por Trotsky. A decomposição burocrática do Estado operário na União Soviética e a destruição programática da III Internacional, bem como a estalinização dos partidos comunistas em todo o mundo, impuseram um gigantesco retrocesso no movimento revolucionário mundial e abriram uma crise de direção sem precedente. A IV Internacional, constituída sobre o Programa de Transição, materializava a necessidade de pôr em pé novos partidos revolucionários em todas as latitudes e recuperar o terreno de construção do Partido Mundial da Revolução Socialista, como fora a III Internacional até o seu IV Congresso. A traição ao internacionalismo pelo estalinismo empalideceu a brutal traição da socialdemocracia alemã na 1ª Guerra, que levou à falência da II Internacional. Trotsky tinha clareza absoluta de que estava lutando contra o fenômeno da restauração capitalista na primeira revolução vitoriosa do proletariado. Tratava-se de um acontecimento novo, cujo paralelo se encontrava no Termidor (reação restauracionista) da revolução burguesa na França. De posse da teoria econômica de Marx e Engels, da compreensão das leis da história e dos fundamentos do internacionalismo, Lênin advertiu ao proletariado e ao partido sobre os perigos de derrocada da revolução vitoriosa caso não se propagasse a revolução proletária e caso o isolamento da União Soviética se prolongasse. As possibilidades das forças produtivas eram muitas sob a forma da propriedade social, porém seus limites se encontravam e se chocavam com as forças produtivas capitalistas mundiais, chefiadas pela indústria altamente desenvolvida e controladas pelo imperialismo. A importância da III Internacional era decisiva para o enfrentamento com as forças mundiais do capitalismo. Essas formulações leninistas estiveram na base da contraposição de Trotsky ao “socialismo em um só país”. E foram o cimento que serviu de piso para a edificação da IV Internacional. O nacional socialismo de Stálin logo se mostrou uma fraude perante o leninismo. Iniciou destelhando a III Internacional e acabou soterrando em escombros o seu piso constituído pelo programa dos Quatro Primeiros Congressos. Stálin, para demonstrar fidelidade às potências aliadas e seu compromisso de não incentivar a revolução, liquidou por decreto a III Internacional, em junho de 1943. O desempenho do exército russo para a vitória dos aliados, a derrota final da Alemanha/Japão, as revoluções que se desencadearam no Leste Europeu e na Ásia fortaleceram a política de Stálin. A União Soviética se despontou nas negociações de paz e participou da nova redivisão do mundo. No entanto, o maior vencedor foram os Estados Unidos, que passaram a liderar o imperialismo. Era questão de tempo para que se manifestassem os limites da capacidade econômica da União Soviética e eclodissem cisões no seio da burocracia internacionalizada. A tese do “socialismo em um só país” se transformou em controle burocrático dos novos Estados operários. Vieram as cisões da Iugoslávia e China com a União Soviética. A Alemanha Oriental – uma partilha da guerra – foi sufocada pela Alemanha capitalista reconstruída. Em todos os países em que se expropriou a classe capitalista, triunfou o nacionalismo em oposição ao internacionalismo proletário. A reconstituição das forças produtivas destroçadas na guerra ocorreu sob a égide dos Estados Unidos. Era questão de tempo para que o triunfo da burocracia estalinista revelasse os pés de barro. O nacionalismo burocrático – originado da tese do “socialismo em um só país” – conduziria ao fracasso as conquistas do proletariado na guerra e no pós-guerra. O XX Congresso do Partido Comunista Russo, realizado pouco depois da morte de Stálin, trouxe à tona o processo de restauração capitalista. As denúncias dos crimes de Stálin foram uma medida para se aproximar do imperialismo. Uma outra foi a adoção da “coexistência pacífica” com o capitalismo e a renúncia aberta da revolução proletária. Os Estados Unidos estavam em plena condição para travar a “guerra fria” e impor o cerco capitalista às economias estatizadas. A derrocada da União das Repúblicas Soviéticas, em fins dos anos 80, e o processo de restauração, que tomou conta do Leste Europeu e China, são resultantes do nacionalismo termidoriano, originário do estalinismo. Na obra “A Revolução Traída”, Trotsky faz a mais completa análise da degeneração burocrática do partido e da ditadura do proletariado, prevendo a possibilidade das forças sociais restauracionistas ganharem peso e destruírem as conquistas da revolução. Uma revolução política era a única solução para se evitar o retrocesso histórico. Mas esta dependia não só das contradições internas mas também das externas. Ou seja, a derrubada da burocracia estalinista estava vinculada ao avanço da luta de classes na Europa. Trotsky termina a Revolução Traída confiando nesta perspectiva: “A primeira vitória revolucionária na Europa terá, nas massas soviéticas, o efeito de um choque elétrico, as acordará, levantará o seu espírito de independência, reanimará as tradições de 1905 e de 1917, enfraquecerá as posições da burocracia e não terá para a IV Internacional menos importância do que teve a III a vitória da Revolução de Outubro. Para o primeiro Estado operário, para o futuro do socialismo, não há salvação a não ser por esta via.” Quando acabava de escrever esta previsão, a ditadura burocrática iniciava os processos de Moscou, indicando que Stálin conhecia os perigos de uma revolução política. A Revolução Espanhola seria derrotada pela política de subordinação do proletariado ao governo burguês republicano. A KGB se encarregaria de auxiliar a reação no assassinato de combatentes da revolução, entre eles o ex-trotskista Andrés Nin, do POUM. Na França, o Partido Comunista aplicava a tática de Frente Popular, que aliena a independência da classe operária diante dos partidos burgueses socialdemocratas. As derrotas da classe operária na Espanha, França e Alemanha – que se seguiram às da China, em 27 – não serviram tão somente à burguesia mas também, em aparente contradição, à burocracia estalinista. A guerra imperialista teve a seu favor a vitória da contra-revolução na Espanha e a política traidora das frentes populares que imobilizaram as massas por detrás da moribunda democracia burguesa. As revoluções no Leste Europeu e China ocorreram sob o domínio da burocracia e dos efeitos da vitória contra o nazifascimo. Já não havia a III Internacional revolucionária. E a IV Internacional havia sofrido um poderoso golpe com o assassinato de Trotsky. O pós-guerra evidenciou plenamente que a crise da humanidade é a crise de direção. Não houve como a IV Internacional resolvê-la organizando o proletariado mundial, mas estabeleceu os marcos programáticos para a sua solução. O estalinismo foi derrotado em sua premissa de “socialismo em um só país” e em todos os aspectos da política de conciliação de classes. O futuro pertence ao marximo-leninismo-trotskismo. Nesses 70 anos do aniversário da morte do revolucionário inquebrantável, cresce nossa convicção de resolver a tarefa de construir o Partido Mundial da Revolução Socialista. O processo de restauração avançou. As conquistas revolucionárias foram arrancadas das mãos da classe operária mundial. No entanto, o capitalismo está mergulhado novamente em uma crise profunda. A história comprovou definitivamente que há não saída, a não ser pela destruição maciça de forças produtivas. A burguesia mundial está obrigada a se utilizar da guerra em larga escala e a retomar os métodos políticos do fascismo. As massas e particularmente a juventude pagam com a volta do desemprego crescente. A ofensiva contra a vida dos trabalhadores está em pleno andamento nos Estados Unidos e Europa. A contradição entre as forças produtivas e as relações de produção sob a forma da propriedade monopolista, bem como entre as fronteiras nacionais e o mercado mundial, voltam a se manifestar com vigor. Não por acaso, a crise aberta em setembro de 2008 nos Estados Unidos ainda repercute na Europa. Certamente, não avança em linha reta. Mas avança. É questão de tempo para China, Índia, Brasil etc. serem arrastados. O imperialismo usa de todos seus recursos acumulados no pós-guerra para amenizar a crise estrutural. Não obstante, não tem como resolver o choque entre as forças produtivas e a grande propriedade, entre o esgotamento das potências e o atraso das semicolônias.O proletariado está sendo sacudido na Europa. O mesmo ocorrerá nos países que mergulhem na crise. O Programa de Transição é a arma dos explorados. Trata-se da vanguarda aplicá-lo na luta de classe, trabalhando no seio do proletariado. O Partido Operário da Bolívia, Argentina e Brasil levantam alto a bandeira de reconstrução da IV Internacional. Viva a revolução e ditadura proletárias! 20 de agosto de 2010 |
Massas 397 - 22 de agosto a 05 de setembro 2010
Notas para a Ação Revolucionária Fracasso do Congresso da Classe Trabalhadora (CONCLAT) de unificação Conlutas e Intersindical Venezuela: Provocação de Uribe - uma ação dos Estados Unidos |
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